últimos bruaás

Amigos do peito

A chegar às livrarias...

Neste livro somos levados pela mão de um menino que mora num bairro como tantos outros. Ele quer falar-nos de amigos, amigos do peito. Para isso leva-nos pelas ruas do seu bairro, por sinal um bairro muito parecido com o nosso, onde encontramos uma escola, um bar, uma casa à esquina, um jardim, prédios... Mas estas ruas e casas não são a única coisas que nos parecem familiares, também a voz do menino nos soa familiar. E os amigos de quem fala parecem lembrar-nos os nossos, porque todos os temos e todos brincamos com eles num bairro qualquer, esse espaço comum que nos recorda que somos feitos de muitos amigos e sítios, e por isso algo de bom acontece quando os revemos. Um texto poético de Cláudio Thebas maravilhosamente interpretado e amplificado nas belíssimas ilustrações de Violeta Lópiz. - Mais informações.

Loja Bruaá

"Estava a Pensar..." no Deus Me Livro

Quem tem ou já teve filhos pequenos, muitas vezes terá passado pelo pesadelo de tentar vestir a indomável criança que, sabe-se lá porquê, parece estar com a cabeça entre a lua e o sol. Em “Estava a pensar…”, livro escrito por Sandol Stoddard e concebido e ilustrado por Ivan Chermayeff, viajamos através do imaginário de um petiz que, sem parecer dar muito por isso, vai resistindo a ficar vestido da cabeça aos pés. 
Continuar a ler o texto de Pedro Silva


"Herberto" na Rua de Baixo

Cada lesma na sua alface Num mundo cheio de gente e escasso em tempo, sobra pouco espaço para olharmos para dentro, para olharmos para nós mesmos e, então, sabermos quem realmente somos e qual a nossa missão na vida que temos. Isolados. Aumentados. Cheios da importância e das capacidades que trazemos connosco, tantas vezes sem reparar, acabamos por gastar os dias a admirar os outros, a observar os outros, a querer ser os outros, sem sabermos verdadeiramente o que somos capazes de fazer. 

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer...

Na revista Atual/ Expresso

Texto de Sara Figueiredo Costa

No jornal Público

Uma lesma chamada Herberto tem uma vida feliz e cheia… de alface. Comer e dormir – assim é o quotidiano da lesma e dos seus amigos. Mas um dia a alface acaba, é preciso partir em busca de alimento e Herberto faz-se ao caminho. Sozinho. Nesse percurso, conhece uma aranha e, vendo-a tecer, diz-lhe: “Oh, que bela teia! Quem me dera poder tecer um padrão assim tão bonito com essa habilidade.” A resposta não foi muito simpática, pois a aranha receou que Herberto estragasse a sua “obra-prima”. Ler mais 

Na revista Visão


O apressado e o contemplador

Quem não falou já com uma criança e teve a nítida sensação de que ela estava completamente noutro mundo? Mesmo que aparentasse manter-se neste, percebia-se que vivia em modo deslumbrado, imaginativo e fora do alcance de quem entretanto cresceu, tem horários a cumprir e compromissos agendados. Todos muito importantes e prioritários, claro! Pois é disso que trata este livro delicioso. Um adulto, pai ou mãe, inicia a sua rotina matinal: acorda a criança, pede que se lave, que se vista, que se calce. “Depressinha” e “por favor!”... Continuar a ler


"Herberto" de Lara Hawthorne

Herberto é uma lesma e para ele a vida não podia correr melhor. A sua ocupação diária: comer montanhas de alface com os seus amigos até a sua barriga ficar cheia e ser hora de dormir. No entanto, um dia, mais um em busca da alface mais saborosa que possa encontrar, Herberto cruza-se com alguns animais muito ocupados nas suas criações. Admirado com as capacidades extraordinárias que demonstram, Herberto elogia estes verdadeiros artesãos, enquanto secretamente deseja criar como eles. Mas não consegue. Pelo menos assim o pensa. As boas notícias serão dadas por uma mariposa.
Este é o primeiro livro de Lara Hawthorne, uma talentosa nova artista que certamente deixará um rastro na nossa memória com esta história sobre a necessidade de criar que levamos dentro de nós. Afinal, todos nascemos artistas. Não é assim, senhor Picasso? - FOLHEAR


Em breve nas livrarias.



















Uma cena de todos os dias: um adulto apressado tenta que uma criança obedeça ao seu ritmo e aos seus pedidos. Do outro lado, uma imaginação sem horários e sem pressas que parece crescer a cada frase impaciente do adulto. Dois mundos em rota de colisão de onde sobressai o mantra “Estava a pensar...”, uma torrente de pensamento nascida da constante curiosidade pelo mundo e do encantamento pelas coisas que nos rodeiam, desde as partículas de pó que flutuam e brilham ao sol até aos números mais selvagens que ousemos pensar: um bilião, um zilião, um muitilião, um gorilião, um rinocerilião, um elefantilião. Um livro que celebra a liberdade de sonhar acordado e que nos lembra os versos do poeta: “Podeis dar-lhes o vosso amor mas não os vossos pensamentos / porque eles tem pensamentos próprios. Podeis acolher os seus corpos;/ mas não as suas almas,/ porque as suas almas habitam a casa de amanhã/ que não podeis visitar,/ nem sequer em sonhos.”

Folhear

Na Feira do Livro de Coimbra

À vossa espera na Feira do Livro de Coimbra.
De 23 de Maio a 1 de Junho no Parque Manuel Braga.

Próximo livro quase pronto.

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Parabéns, rinoceronte.

Quem quer um rinoceronte barato? Conheço um que fez anos hoje.


Comme un secret pour toi

"Guarda como um segredo" publicado em França pela editora Hélium.

Prints Ivan Chermayeff

Oportunidade única para adquirir 6 edições limitadas (25) assinadas por um dos melhores designers gráficos do mundo. - Ver colecção completa.

Dimensão: 28x35.5 cm
Preço: 25€ (portes gratuitos)
Enviem-nos um email para shop@bruaa.pt com o vosso pedido. O pagamento poderá ser feito através de transferência bancária ou Paypal.


Remodelações na monarquia sueca.

"A rainha das rãs não pode molhar os pés" numa edição da Alvina Förlag.  


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Na revista Blimunda


Texto de Andreia Brites

Bruaá edita livro infantil "Guarda como um segredo"

O nascimento de uma criança, ignorante sobre o mundo, é o mote do livro para a infância "Guarda como um segredo", da escritora Sandol Stoddard e do designer gráfico Ivan Chermayeff, a editar esta semana pela Bruaá. 
O livro foi publicado originalmente em 1961 e parte da ideia de que uma criança, quando nasce, desconhece o que a rodeia, com a autora norte-americana a elencar muitas das coisas que estão por descobrir e conhecer - o que é a felicidade e a tristeza, o que são estrelas, trovões e neve. O texto é de Sandol Stoddard Warburg, autora com mais de uma vintena de livros publicados, e a ilustração e trabalho gráfico é do britânico Ivan Chermayeff, cuja obra está agora a ser publicada pela primeira vez em Portugal. "Guarda como um segredo" é o segundo de três livros que a Bruaá edita com ilustrações de Chermayeff. O primeiro foi "Um nome para o cão". Com Tom Geismar, Ivan Chermayeff fundou em 1957 uma das mais importantes agências de design dos Estados Unidos. Com o irmão, Peter Chermayeff, o autor concebeu o painel de azulejos, com animais marinhos, no exterior do Oceanário de Lisboa.

por Lusa, texto publicado por Paula Mourato

Nas livrarias a partir da próxima semana

Quando alguém nasce inauguram-se sempre duas novas realidades: a de um bebé e a daqueles que lhe dão as boas-vindas e se vêem confrontados com o que dar, mostrar ou dizer a quem acaba de chegar a este mundo não sabendo nada ou quase nada. Como receber da melhor maneira este novo membro da família e apresentá-lo aos mistérios da vida? Por onde começamos com esta bela criatura adormecida? Por um brinquedo para ele ver, por algo perfumado para ele cheirar? Podemos dar-lhe uma maçã, uma folha ou mostrar um pedaço de neve. Mas será que ele vai entender? Tudo o que ele sabe é ainda muito pouco, embora já saiba que quer alguém a segurá-lo bem apertado. Talvez o melhor será partir em busca de tudo o que neste mundo queremos partilhar com ele e guardá-lo em canções, guardar tudo como um segredo que só a ele pode ser confiado, para que saiba que é algo de especial, algo de bom neste seu primeiro dia na Terra.

O Tigre na Rua... da Liberdade, 96

A pedido de várias famílias, depois do sucesso do primeiro encontro com o felino, o tigre volta a atacar na Figueira da Foz. 


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Antes de o ser

Algumas imagens da exposição de Ivan Chermayeff em Paris, onde também estiveram presentes as ilustrações que haveriam de fazer parte do livro "Um nome para o cão". A exposição esteve patente na galeria da associação Les Trois Ourses, onde estivemos numa visita relâmpago para conhecer ao vivo e a cores o nosso mais recente autor.



Imagens: Cligne Cligne Magazine

Quentes e boas

A 4ª quente e boa edição do "Eu espero" chegou com algo que há muito esperávamos.

Ivan Chermayeff e duas trilogias

O próximo autor a juntar ao nosso catálogo dispensa apresentações: Ivan Chermayeff, um dos maiores nomes do design gráfico mundial que, em conjunto com Tom Geismar (http://www.cgstudionyc.com), concebeu algumas das imagens mais icónicas do séc. XX. Quem é que já não se cruzou com os logotipos da Mobil, da National Geographic ou da NBC? Em Portugal, deixou já a sua marca no Oceanário de Lisboa, projecto da autoria do seu irmão Peter, num enorme painel de azulejos repleto de animais marinhos no Pavilhão dos Oceanos. Para além do design, o prolífico trabalho de Ivan Chermayeff passa pela pintura e ilustração, tendo já ilustrado autores como Kurt Vonnegut, Ogden Nash e Sandol Warburg. 
Com a Bruaá editará pela primeira vez um dos seus projectos mais pessoais de sempre intitulado “Um nome para o cão”, um diálogo humorístico que resulta de pedaços de conversas que ouviu entre o seu filho Sam, então com 3 anos, e um amigo. 
Este é o primeiro de três livros que resultará desta parceria que muito nos honra, sendo, ao mesmo tempo, o segundo livro da nossa trilogia canina iniciada com “Arturo” e que terá o seu terceiro elemento com a reedição de um livro muito cãotita da lavra de um artista português. 


No suplemento LIV - Jornal i
















Como é que pode um miúdo português ler uma história que está escrita em persa? Da mesma maneira que um miúdo persa lê uma história escrita em português. Vai ao final do livro e vê a tradução. É isso que acontece neste livro, que tem um toque de magia no final. Como o mais provável é os leitores não perceberem peva de persa, à medida que se lê a história parece que os caracteres esquisitos são uma simples tradução. Errado. As histórias são bastante diferentes e ao mesmo tempo bastante iguais. É por isso que há por aqui uns pós de perlim pim pim.

Ana Kotowicz

Leilão de jardim



















Quem me compra um jardim com flores?
Borboletas de muitas cores,
lavadeiras e passarinhos,
ovos verdes e azuis nos ninhos?

Quem me compra este caracol?
Quem me compra um raio de sol?
Um lagarto entre o muro e a hera,
uma estátua da Primavera?

Quem me compra este formigueiro?
E este sapo, que é jardineiro?
E a cigarra e a sua canção?
E o grilinho dentro do chão?

Cecília Meireles

Bruaá na revista da Associação de Professores de Português


  


Os tigres tomam chá?

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É preciso cultivar o nosso jardim



"(...) e Pangloss dizia por vezes a Cândido: «Todos os acontecimentos se encandeiam no melhor dos mundos possíveis: pois, enfim, se não tivésseis sido escorraçado de um belo Castelo a pontapés no traseiro por amor da menina Cunegundes, se não tivésseis sido supliciado pela Inquisição, se não tivésseis corrido a América a pé, se não tivésseis trespassado o Barão, se não tivésseis perdido todos os vossos carneiros do bom país do Eldorado, não comeríeis agora aqui limas em compota e pistáchios.» - Muito bem dito, respondeu Cândido, mas é preciso cultivar o nosso jardim." 

Voltaire in "Cândido ou o Optimismo"
Tinta-da-China, 2006
Fotografia retirada do blogue de Mandana Sadat
 

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