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POPVILA em Évora

A exposição POPVILA está patente nas instalações da Direcção Regional de Educação do Alentejo, em Évora, onde pode ser visitada até ao dia 23 de Fevereiro de 2012.
A exposição, decorrente da actividade de educação patrimonial realizada com o agrupamento de Escolas de Castelo de Vide em 2011, reúne trabalhos dos alunos do pré-escolar, 1º, 2º e 3º ciclos. © NCV

Revista LER, Fev. 2012

Pièces Froides


Pièces Froides (Airs à faire fuir I, II & III) de Erik Satie
Piano: Jean-Yves Thibaudet

Entrevista a nozes no blogue Tantas Páginas

Fundada em 2008 e com sede na Figueira da Foz, um saudável gesto de rebeldia face à macrocefalia lisboeta, a Bruaá Editora afirmou-se desde o início como um projecto marcante na área do livro infantil, assinalando, a par de alguns outros selos editoriais, a chegada da idade maior a esse segmento do mercado do livro em Portugal. Com uma produção ainda limitada em títulos, a Bruaá destacou-se pela escolha criteriosa dos livros, revelando autores de literatura infantil tão fundamentais como Shel Silverstein (autor aliás emblemático de uma simbiose profunda entre texto e ilustração) ou obras nas quais a questão da ilustração é indissociável da própria materialidade oficinal do objecto-livro, como nos casos de O livro negro das cores, de Menena Cottin e Rosana Faría, ou Na noite escura, de Bruno Munari. LER +


...contra lo correcto, lo bien dicho, lo adecuado y lo educado.

Al escribir se ignoran muchas cosas sobre lo que se escribe, se ignora por supuesto mucho más de lo que se sabe y esa ignorancia, esos tanteos, ese afán por comprender, es la única certeza que tenemos. Un buen escritor trabaja contra la norma, contra lo correcto, lo bien dicho, lo adecuado y lo educado. Si no existe esa resistencia, el lenguaje se disuelve, por eso la palabra profesional relacionada a un escritor, es una palabra de la que debiéramos desconfiar: amenaza con instalar lo que se escribe (es decir lo que debiera ser producto de nuestros tanteos o nuestros desvíos en busca de la propia cosa) en el territorio de lo oficial, lo funcional y lo utilitario.

Excerto do artigo "Un día en Epidauro", de María Teresa Andruetto, na revista Peonza de Dezembro 2011.

Hoje, no Público






















 Texto de Rita Pimenta

Do que um livro é capaz

Em Novembro, numa visita à ESE de Portalegre, recebemos um telefonema que nos dava conta de uma exposição, a decorrer em Castelo de Vide, sobre um trabalho realizado a partir do livro "Popville". Marcou-se então encontro para a manhã seguinte, na Biblioteca Escolar Garcia de Resende, onde nos esperava uma das melhores surpresas de sempre: o projecto POPVILA.

Um projecto orientado pela arquitecta Susana Bicho (N Planos, arquitectura Lda.), com o apoio da Ordem dos Arquitectos-delegação de Portalegre e a Associação Ocre. Tal como nos explicou Susana Bicho, partindo da abordagem ao livro POPVILLE de Anouck Boisrobert e Louis Rigaud, sobre a urbanização de um território, os alunos foram convidados a observar as diferentes arquitecturas da vila de Castelo de Vide, a compreender e interpretar criativamente o seu processo de evolução e a reflectir sobre a sua continuidade futura numa perspectiva de desenvolvimento sustentável e equilibrado.






Recordação da infância

Enterrei um pássaro
no chão do jardim
e ele voou tanto
que pousou em mim.

Lêdo Ivo

Um livro para...



















"O urso e o gato selvagem" por Paula Pina

São muito poucos os livros contemporâneos para crianças que oferecem uma abordagem simultaneamente bela, delicada e inteligente ao tema da morte e do luto. Comovente e poético, sem ser lamechas; afetivo, sem ser condescendente; apelativo, sem ser banal – “O urso e o gato selvagem” é uma obra sobre a transição, sobre a dor da perda e sobre a solidão, mas é ainda mais uma obra rara sobre a memória e sobre o poder curativo e regenerador da amizade e da música. Espaços e silêncios enchem de sentido as páginas monocromáticas, em granulosas e subtis tonalidades de negro, branco e cinzento. Apenas as guardas libertam um cor de rosa bombom, que se torna no único e significativo apontamento de cor ao longo das ilustrações, discretamente retro. LER +

Cortesia da Loja Mozart.

Ler é tudo isto.

Exposição Ilustrarte 2012























De 13 de Janeiro a 8 de Abril de 2012
Inauguração 12 de Janeiro, 21h30
Museu da Electricidade
Av.Brasília, Central Tejo, Lisboa
Terça a Domingo, das 10h00 às 18h00
Entrada livre

2012

Lettre à Edouard Dreyfus,

Arcueil-Cachan, 31/12/1922

Cher Bon Monsieur Dreyfus,
Que la “présente” vous souhaite une bonne année !
Vous savez que, tous les ans, l’usage veut que l’on change d’année.
C’est une simple habitude, pas plus & cela ne veut rien dire.
Changeons donc d’année, n’en parlons plus.


Erik Satie


Embryons desséchés II Edriophthalma (a Monsieur Edouard Dreyfus)

...

No jornal Expresso























Texto de Sara Figueiredo Costa
Revista Atual

Nas livrarias a partir do dia 9 de Dezembro.

FOLHEAR as primeiras páginas

2ª feira anunciaremos o próximo livro. Bom fim-de-semana.

Personagem principal do próximo livro numa revisão final.























Gregori Maiofis

Para Acabar de Vez com a Leitura

Os dois esqueletos

OS DOIS ESQUELETOS, com os ossos esbranquiçados pelo sol, conversam empoleirados no muro do cemitério.
ESQUELETO A - Ouve.
ESQUELETO B - Diz.
ESQUELETO A - O pior que podemos fazer é desanimar.
ESQUELETO B - Sim, isso seria pior.
ESQUELETO A - Virão tempos melhores, tenho a certeza disso.
ESQUELETO B - Oh, claro! Virão tempos melhores!
ESQUELETO A - É questão de saber esperar.
ESQUELETO B - Sim, é isso mesmo.
ESQUELETO A - As árvores voltarão a ser verdes.
ESQUELETO B - É isso: verdes. E os pássaros cantarão outra vez.
ESQUELETO A - Ah, que agradável vai ser então ver-nos regressados à carne!
ESQUELETO B - Acreditas realmente que regressaremos à carne?
ESQUELETO A - Quem é que duvida?
ESQUELETO B - (Nostálgico.) Isso seria estupendo.
ESQUELETO A - (Depois de uma breve pausa.) Como te chamavas antes?
ESQUELETO B - Juanito.
ESQUELETO A - Vá lá, Juanito! Anima esse coração!
ESQUELETO B - (Olhando através das costelas.) Que coração?
ESQUELETO A - (Reconsiderando a situação, com um tom subitamente desesperado.) A verdade é que fizemos mal em morrer.
ESQUELETO B - Sim, fizemos mal.
ESQUELETO A - Perdemos o coração.
ESQUELETO B - Sim, perdemo-lo.
ESQUELETO A - Isso foi, sem dúvida nenhuma, o pior.

Silêncio. O ESQUELETO B sopra na própria tíbia e produz uma suave melodia que quase não faz ondular a cabeça das urtigas. Conjuradas pela música, as serpentes de há cem anos - apenas um rosário de pequenas placas ósseas - tentam inutilmente erguer-se como nos velhos tempos do veneno fulminante.

in "Histórias mínimas" de Javier Tomeo
Livros Horizonte, 1982

Próximo livro vem da terra do sol nascente

Mais notícias em breve.

Un dia de Noviembre


Un dia de Noviembre | Leo Brouwer
Guitarra | Leo Brouwer
© Foto de Edouard Boubat. La petite fille aux feuilles mortes, 1947.

zzzzzzzzzzzzzzz

Na revista Os Meus Livros

Velocidade, serviço, batimento de direita, puxanço de esquerda...


























Cartaz Lina & Nando

Daniil contra Daniil no Gato Vadio

Cartaz e tremuras de Rui Loureiro

Esqueci-me como se chama x 2 II

Já nos lembrámos do outro sítio onde vamos estar no dia 5. Vai ser no Gato Vadio, pelas 17 horas.
Um tal de Miguel Gouveia e um tal de Rui Manuel Amaral vão pingueponguear umas histórias de Daniil Harms. O Gato Vadio pode ser encontrado na Rua do Rosário, 281, Porto.



Música deste filme: "The devil is in the details", por The Chemical Brothers.
Realização, produção, montagem, anotação e conceição: Rui Manuel Amaral






















Saul Steinberg

Esqueci-me como se chama x 2

Dia 5 de Novembro rumamos ao norte para duas leituras na área metronapolitana do Porto. A primeira será às 11h, na livraria Salta Folhinhas, a segunda, a segunda... esqueci-me como se chama. Dêem-nos um par de dias para ver se nos lembrarmos onde é que vamos estar às 17h. 

 

© Bruaá Edição e Design | baseado num tema de Rodrigo Galindez